Os tipos da máquina de escrever manual, tinta preta, remetem para logo ali, as primeiras franjas dos anos 1960. E vão se sobrepondo em velocidade de contentamento ao longo do papel amarelado. Tricotam desfecho feliz. Mal sabe Amador o enredo de tragédia que se erguerá na esteira daqueles textos. Ponto final, revisão minuciosa, e os originais seguiriam ao editor que lhe prometera uma chance. Viriam seis noites sem dormir – o relógio desnudando todos seus segredos – e o chamado às pressa [...]
Ah eu sabia. Maldita pressa!
Meu nome é Felicidade.Faço parte da vida daqueles que tem amigos, pois ter amigos é ser feliz.Faço parte da vida daqueles que vivem cercados por pessoas como você, pois viver assim é ser feliz!Faço parte da vida daqueles que acreditam que ontem é passado, amanhã é futuro e hoje uma dádiva, por isso que é chamado de Presente.Faço parte da daqueles que acreditam na Força do AMOR, que acreditam que para um história bonita não há ponto final.Eu sou casada sabiam?? Sou casada com o Tempo.Ah [...]
Oi!!Meu nome é Felicidade Faço parte da vida daqueles que tem amigos,pois ter amigos é ser Feliz.Faço parte da vida daqueles que vivem cercados por pessoas como você,pois viver assim é ser feliz!Faço parte da vida daqueles que acreditam que ontem é passado, amanhã é futuro e hoje é uma dádiva, por isso chamado presente.Faço parte da vida daqueles que acreditam na força do Amor, queacreditam que para uma história bonita não há ponto final.Eu sou casada sabiam?Sou casada com o Tempo.Ah! [...]
Qual o segredo da maquina overloque? Na verdade não tem segredo o que você tem que fazer é perder o medo de tudo dar errado e de estragar o tecido, por exemplo, quando vai fazer um teste em uma fabrica é difícil deles te darem retalhos ou algo do tipo para treinar antes de começar a produzir, normalmente já te colocam na produção, é aí que vem o medo de estragar os tecidos, mas tente começar de vagar sem pressa e vá aumentando a velocidade, assim logo verá que é mais fácil do que pensa.
Papel em branco, caneta preta na mesa. Comecei a escrever. Escrita meio sem vontade, sem identidade, escrita sem nem um porque. Mesmo assim, escrita.E, já no segundo parágrafo, começaram a surgir no papel algumas idéias, e rabiscos - não mais em tinta preta, mas sim em tinta azul.Mas eu não parei, continuei escrevendo. E o texto foi tomando corpo: palavras que eu não pré-meditava, idéias que eu não sabia que tinha, frases que eu guardava em um compartimento dentro de mim que eu não me [...]