Cor amarela clara, um pouco turva, com bastante espuma de boa duração e deixando traços. Bom aroma de banana, levedura, canela, trigo e algo cítrico. Sabor refrescante com uma sensação levemente picante, com gosto de abacaxi, levedura e trigo. Retogosto seco e com levedura. Um pouco de condimentos, indicando que é uma Weiss indo em direção a uma witbier. Corpo leve com boa carbonatação. Eu gostei do fato que balanceou a banana com o cítrico, em vez de ter uma predominância muito forte [...]
Cerveja que deve ser entendida a partir da sua proposta, extremamente interessante, e que foi assunto de um dos episódios da série Brew Masters, com o cervejeiro da Dogfish Head Sam Calagione. Ele viajou até o Egito com o objetivo de reproduzir uma receita de cerveja que era tomada há 2.000 anos. Além de especiarias tradicionais egípcias, ele colheu leveduras selvagens no local. O resultado é uma cerveja suave, de baixa potência alcoólica, e muito provavelmente parecida com aquela que [...]
Cor dourada âmbar com dois dedos de espuma com duração média. Fica bem turva e indo a direção a cor marrom nas últimas vertidas. Aroma doce gostoso de levedura belga, baunilha, e laranjas quase apodrecendo. Sabor doce predominante de abacaxi e laranjas com notas de levedura belga, álcool, caramelo e lúpulo floral. Retrogosto seco com um amargor percebido médio apesar de seus 35 IBUs. Álcool levemente percebido dentro do estilo. Corpo robusto com carbonatação baixa. Saborosa e refrescan [...]
Trata-se de uma Belgian IPA, portanto não espere algo parecido com English ou American IPA. A principal diferença está em uma carga um pouco menor de amargor e mais presença do fermento. Não fiquei muito impressionado com a cerveja. Degustada logo após uma Tripel, ficou um pouco apagada. Eu esperava um pouco mais de amargor, mesmo sabendo que seria menor. Ficou com cara de uma Belgian Blond um pouco mais forte.
Bela cerveja, intensa e fácil de beber. Aroma e sabor trazem bem nítidas notas cítricas e também de banana. Malte e fermento são os protagonistas desta breja. O álcool colabora muito com a personalidade da cerveja, sem agredir. Confesso que esperava menos dessa cerveja, me agradou bastante, sou fã de cervejas frutadas com uma pegada um pouco mais cítrica no fundo.
Uma baita de uma patada... 14% de álcool são para poucos... Cerveja de cor dourada, sem resíduos, praticamente sem formação de espuma, o aroma é nitído o álcool, mas com mais atenção se encontra um pouco do malte e do lúpulo, o sabor fica muito escondido pelo álcool, passa longe do meu estilo favorito, mas uma vale a experiência.
Presente de um amigo em sua viagem a Rep. Tcheca. Logo de cara uma coloração amarelo ouro, espuma persistente, aroma intenso de lúpulo , no sabor malte bastante destacado.Corpo macio e retrogosto bastante suave de seu envolvente malte.
Uma grata surpresa. Aromas tostados, de torrefação. Líquido negro, aveludado e licoroso. Pouca formação de espuma, porém perene. No paladar, amargor e tostado, bala toffee e um corpo denso. Tão denso que me lembrou uma imperial stout! Argentina muy guapa e hermosa!
De coloração preta (SRM acima de 50), opaca. Espuma marrom, densa e relativamente persistente. Delicioso aroma trazendo notas de chocolate e torrefação. No sabor, início e final amargos, notas de malte de cevada, muita torrefação, café e lúpulo. Retrogosto seco e duradouro. Álcool na medida. Carbonatação baixa. Encorpada. Definitivamente o amargor é fruto da alta torrefação, e não dos lúpulos. Uma deliciosa 13A: Dry Stout, bem escura, torrada, amarga e cremosa. Sem dúvida vale a pena e [...]
Foi difícil parar de rir pra degustar essa breja. O bom-humor do rótulo e do nome (eu tremia de medo da Loira do Banheiro quando tinha lá meus 5 ou 6 anos) escondem, porém, uma cerveja bem estruturada. No nariz, uso parcimonioso mas harmônico de lúpulos aromáticos de matizes principalmente frutadas, lembrando maracujá, abacaxi e leve grapefruit. No sabor, presença marcante de maltes levemente caramelados.
Depois de muito refutar precisei tomar coragem visto a tamanha fama de uma cerveja escura mesmo entre os alemães. Sem grandes expectativas derramei toda a garrafa em um pint. Corpo leve, formação de 3 dedos de uma creme bege que se desfez rapidamente. Preta, bem escura de fato sugere aos olhos uma cerveja forte. O aroma discreto mas já sugere a torrefação. O sabor acompanha o aroma, torrefação, café, nada mais. Bem leve, mas como não havia expectativa alguma, surpreedeu pelo drinkabili [...]
Coloração marrom escuro. Creme de médias formação e persistência. Aroma e sabor remetendo a café, chocolate, malte torrado, e cereais. Final remete ao torrado e cereais. Corpo leve demais. Álcool presente. Alta drinkability.
Cerveja de coloração negra opaca com grande volume de espuma bege bastante homogêneo que permaneceu constante no copo por bastante tempo. No aroma notas de café, chocolate meio amargo, caramelo,hortelã e ao fundo fechado o conjunto lúpulo floral. Na boca ela é aveludada e bem encorpada, notas de pão torrado, pinho, laranja, café, caramelo e chocolate meio amargo. Seu final é seco e altera de levemente doce para bastante amargo. Uma American Stout que condiz exatamente ao estilo propost [...]
coloração: marrom escuro, mal consegue-se ver através do copo espuma: médias formação e persistência aroma: bem maltado, caramelo sabor: sente-se a torrefação que equilibra o sabor também adocicado final: seco e amargo
Fruit lambic padrão. Altamente frisante. Bela apresentação, possui creme rosado, denso, persistente e cor vermelha-roxeada. Forte presença de cereja no aroma e leve toque de levedura - esta mais perceptível no sabor. Alta drinkability apesar da acidez. Extremamente doce, o que pode agredir um paladar pouco acostumado à cervejas fruit-lambic.
A Bamberg tem se notabilizado por criar receitas ao mesmo tempo inovadoras e firmemente ancoradas na conservadora tradição cervejeira germânica, o que me parece muito adequado ao nosso contexto brasileiro, fortemente influenciado pela tradição alemã. Esta Thunderstruck é uma "Dopplekölsch", ou seja, ela está para uma kölsch assim como uma Doppelsticke está para uma Altbier. Chame-a de "imperial/double kölsch", se quiser. A coloração é amarela escura, quase laranja, mais intensa que uma [...]
Porter produzida pela Cervejaria Curitiba (Gauden Bier) com receita criada pelo Clube do Malte num projeto bacana que propõe harmonizar estilos cervejeiros e musicais. O estilo americano smoke porter foi escolhido para honrar a origem desse estilo e pela analogia (de duvidoso bom gosto) entre a cor escura da cerveja e da cor da pele dos criadores do blues, bem como pela pegada robusta e rústica do estilo. A associação do blues com o fumo teve alguma influência no uso dos maltes defumad [...]
Corloração dourada, brilhante. Espuma cremosa formou bem e perdurou. Oaroma mostra malte, mel e lúpulos florais e herbaiceos com toques de frutas. Corpo leve, boa carbonatação. Sabor adocicado, cítrico e com leve amargor. Refrescante e saborosa. Final seco e no after maior presença de malte. Háum leve gosto detrigo. http://panelademalte.blogspot.com.br/
Coloração ambar escuro, brilhante Espuma tem formção bemtímida e baixa persistência. O aroma mostra malte caramelo, frutas, toque de ervas e leve madeira. Corpo médio e baixa carbonatação. O sabor é mais adocicado e frutado,mas há presença do amargor. Final não seca e o spicy aparece no retro gosto. Boa cerveja, mas falta intensidade para uma ESB. http://panelademalte.blogspot.com.br/
Cor ambar, com leve turbidez. Espuma branca de bela formação e pesistência. O aroma é claramente de uma IPA americana. As notas cítricas,herbais,florais e resinosas estão presentes todas suportadas pelo cacau, muito bem inserido na receita e que adicionou complexidade extra ao conjunto. Corpo médio e o sabor é intenso, com bom adocicado e forte cítrico. A sensação que tive foi de uma bela trufa de maracujá liquida. No after taste o cacau fica presente e puxa pro doce. Uma breja sensaci [...]